A Ducati Monster Dark combina acabamento totalmente preto e motor V2 de 890 cm³ com 111 cv. A proposta reforça a naked no segmento de médias, mas a marca ainda não informou preço nem disponibilidade para o Brasil.
Revelada na Itália em 29 de outubro de 2026, a versão começa a chegar às concessionárias em novembro. O modelo mantém a base técnica da Monster atual e acrescenta uma configuração visual escurecida.
Ducati Monster Dark aposta em acabamento preto
A Monster Dark adota pintura preta, rodas escuras e banco de material único. Partes da estrutura dianteira, ponteiras do escapamento e dutos de admissão ficam sem pintura, compondo uma aparência mais discreta que a das demais versões.

Foto: Divulgação
O tanque com laterais que contornam o farol, a rabeta curta e o assento para piloto e passageiro preservam os traços tradicionais da família. A Ducati também oferece acessórios, com disponibilidade variável conforme o mercado:
- O sistema de troca rápida de marchas Ducati Quick Shift pode ser instalado como acessório.
- Uma pequena carenagem frontal e a cobertura do banco traseiro também aparecem na lista de personalização.
- O controle de velocidade de cruzeiro está entre os itens oferecidos, mas não há confirmação de disponibilidade em todos os países.
Motor V2 de 890 cm³ entrega 111 cv
O motor de dois cilindros em V a 90 graus desenvolve 111 cv a 9.000 rpm e 9,3 kgf.m de torque a 7.250 rpm. A especificação equivale a cerca de 91,1 Nm, e mais de 80% do torque máximo fica disponível entre 4.000 e 10.000 rpm.

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Essa faixa ampla pode facilitar retomadas sem exigir que o piloto mantenha rotações muito altas. O sistema de variação do tempo de admissão ajusta a abertura das válvulas conforme o funcionamento do motor.
A Ducati prevê a verificação da folga das válvulas a cada 45.000 km. O intervalo é um dado relevante para quem considera o custo de manutenção, embora não permita estimar sozinho o valor das revisões, que depende da rede e do mercado.
Quadro monocoque, suspensão Showa e freios Brembo
A estrutura combina quadro monocoque de alumínio e subquadro traseiro de tecnopolímero com treliça. A moto pesa 175 kg sem combustível, e a marca informa redução de 4 kg em relação à geração anterior da Monster.
Na prática, o peso e as dimensões compactas podem facilitar manobras e mudanças de direção no trânsito. O assento fica a 815 mm do solo, com laterais estreitas que ajudam a apoiar os pés em paradas.
- O garfo invertido Showa dianteiro tem tubos de 43 mm; atrás, o monoamortecedor permite ajuste de pré-carga.
- As pinças radiais Brembo M4.32 atuam nos freios, enquanto os pneus Pirelli Diablo Rosso IV medem 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira.
Eletrônica inclui quatro modos de pilotagem
Uma unidade de medição inercial de seis eixos coordena recursos como ABS em curvas, controle de tração, controle de empinada e gerenciamento do freio-motor. Os quatro modos são Sport, Road, Urban e Wet.
O painel TFT colorido tem cinco polegadas e pode receber, como acessório, conectividade multimídia e navegação curva a curva. Quick Shift e Ducati Power Launch também integram a lista de opcionais, conforme o mercado.
Monster Dark no segmento de nakeds médias
Entre as referências citadas para a categoria estão Yamaha MT-09, Triumph Speed Triple e KTM Duke 890. Essa lista situa a Monster em um segmento disputado, mas os dados disponíveis não permitem comparar preços ou equipamentos equivalentes entre as motos.

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No Brasil, a ausência de preço e de confirmação de chegada impede avaliar custo-benefício, seguro e despesas de propriedade. A Monster Dark amplia a oferta visual da linha, mantendo motor, chassi e eletrônica da geração atual. A história da Monster começou em 1993; para conhecer a base mecânica da novidade, veja também a Ducati Monster 2026 com motor V2 de 890 cm³.